Há muito que o nome de Manuel António era falado como novo "delfim". Fez furor, salvo erro, no rescaldo do penúltimo congresso a referência que Marcelo Rebelo de Sousa fez no seu habitual comentário televisivo, em que inclusive, se socorreu de uma cábula para referir a pasta que ocupava no Governo Regional. Além disso, por diversas vezes, o próprio AJJ fez rasgados elogios a Manuel António em actos públicos, chegando mesmo a afirmar que um dia os madeirenses saberiam reconhecer a sua dedicação e empenho.
Mas todos nos acostumamos a que AJJ baralhe e dê de novo, ou se preferirmos, disponha as peças no xadrez político de acordo com os seus objectivos e estratégias. O facto, é que recorrentemente AJJ dava indícios dessa simpatia.
Manuel António é um homem do povo, tem um percurso de vida que de algum modo ilustra a "Madeira Nova" de que AJJ tanto fala.
Essa relação de proximidade com as pessoas terá sido um dos factores determinantes para esta escolha de Jardim, porque ninguém imagina que um Secretário Regional assuma uma candidatura à liderança do partido à revelia do seu líder.
As notícias vindas as públicas, dão conta que esta é uma escolha pessoal de AJJ e não tenho a menor dúvida, que é encarada como uma aposta com risco mínimo, embora esse risco tenha sido calculado, presumo eu, com base na reacção do eleitorado e não do partido.
No seu percurso governativo Manuel António sempre desempenhou cargos de grande proximidade com a população, o que lhe dá um importante capital político. Esteve no então Instituto de Habitação e transitou para a pasta do Ambiente. Em ambos os casos, a relação com a população é um factor preponderante e Manuel António a par de Jardim são os membros do governo que gozam de maior simpatia e que gostam e procuram o contacto com o eleitorado.
Por isso volto a referir, que é minha convicção, que foi este factor, que levou à decisão da sua candidatura.
Resta agora saber como irá reagir o partido, sobretudo os outros "delfins" mais ou menos assumidos, com mais ou menos anos de "nomeação" e claro, os membros do governo.
Não é expectável que surjam mais candidatos, acredito que AJJ tenha tomado providências para que tal não aconteça, além de que não deixaria de ser estranho que tendo Jardim indicado um candidato, aqueles que sempre se recusaram a assumir a vontade de se candidatar e que remeteram para AJJ a total responsabilidade sobre a escolha da sucessão viessem agora fazer o oposto.
Mas todos nos acostumamos a que AJJ baralhe e dê de novo, ou se preferirmos, disponha as peças no xadrez político de acordo com os seus objectivos e estratégias. O facto, é que recorrentemente AJJ dava indícios dessa simpatia.
Manuel António é um homem do povo, tem um percurso de vida que de algum modo ilustra a "Madeira Nova" de que AJJ tanto fala.
Essa relação de proximidade com as pessoas terá sido um dos factores determinantes para esta escolha de Jardim, porque ninguém imagina que um Secretário Regional assuma uma candidatura à liderança do partido à revelia do seu líder.
As notícias vindas as públicas, dão conta que esta é uma escolha pessoal de AJJ e não tenho a menor dúvida, que é encarada como uma aposta com risco mínimo, embora esse risco tenha sido calculado, presumo eu, com base na reacção do eleitorado e não do partido.
No seu percurso governativo Manuel António sempre desempenhou cargos de grande proximidade com a população, o que lhe dá um importante capital político. Esteve no então Instituto de Habitação e transitou para a pasta do Ambiente. Em ambos os casos, a relação com a população é um factor preponderante e Manuel António a par de Jardim são os membros do governo que gozam de maior simpatia e que gostam e procuram o contacto com o eleitorado.
Por isso volto a referir, que é minha convicção, que foi este factor, que levou à decisão da sua candidatura.
Resta agora saber como irá reagir o partido, sobretudo os outros "delfins" mais ou menos assumidos, com mais ou menos anos de "nomeação" e claro, os membros do governo.
Não é expectável que surjam mais candidatos, acredito que AJJ tenha tomado providências para que tal não aconteça, além de que não deixaria de ser estranho que tendo Jardim indicado um candidato, aqueles que sempre se recusaram a assumir a vontade de se candidatar e que remeteram para AJJ a total responsabilidade sobre a escolha da sucessão viessem agora fazer o oposto.
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