Este fim-de-semana houve dois congressos, BE na Madeira e da CGTP. A julgar pelas declarações de ambos os líderes eleitos, as respectivas estruturas perderam uma oportunidade de se renovar verdadeiramente, não apenas nas pessoas, mas sobretudo no discurso e na postura perante a sociedade e a política em geral.
Sou dos que acredita que só com partidos fortes, associações e sindicatos, poderemos construir uma sociedade mais justa mas igualmente dinâmica e adaptada à realidade que vivemos.
Infelizmente, as declarações do reeleito líder do BE, demonstram que nada aprendeu com o resultado obtido nas últimas eleições e que, tal como então, o BE não tem uma visão nem uma estratégia para o futuro da Madeira, nem a ideologia da velhinha UDP se resistiu e hoje o BE não passa de uma caixa de ressonância do grupo parlamentar na Assembleia República.
A falta de candidatos, que levou a que Roberto Almada tivesse que se candidatar, é o reflexo de um partido à deriva, sem ideologia, sem projecto e sem alma.
Assim, todos ficamos a perder, o BE, a política e a democracia.
Sou dos que acredita que só com partidos fortes, associações e sindicatos, poderemos construir uma sociedade mais justa mas igualmente dinâmica e adaptada à realidade que vivemos.
Infelizmente, as declarações do reeleito líder do BE, demonstram que nada aprendeu com o resultado obtido nas últimas eleições e que, tal como então, o BE não tem uma visão nem uma estratégia para o futuro da Madeira, nem a ideologia da velhinha UDP se resistiu e hoje o BE não passa de uma caixa de ressonância do grupo parlamentar na Assembleia República.
A falta de candidatos, que levou a que Roberto Almada tivesse que se candidatar, é o reflexo de um partido à deriva, sem ideologia, sem projecto e sem alma.
Assim, todos ficamos a perder, o BE, a política e a democracia.
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