A grave situação financeira que afecta a Europa, o país e a região, puseram a nu a débil capacidade dos clubes em financiarem-se.
Este não é um problema de hoje, mas enquanto houve circulação monetária e as empresas e a banca concediam crédito aos clubes e ao governo, tudo parecia correr bem. Digo "parecia", porque todos aqueles que já passaram por um qualquer clube, sabem bem das dificuldades de tesouraria que sempre existiram.
Acredito que o principal problema, nem reside no facto da grande maioria das modalidades, nomeadamente o futebol, voleibol, andebol, basquete ou até mesmo o hóquei em patins, serem praticadas a título gratuito, algo que tem vindo a mudar nalgumas colectividades, mas sim, no proliferar de clubes, que surgiram não da necessidade de aumentar a oferta desportiva, mas de divisões internas dos clubes, fossem de carácter desportivo ou de gestão.
É assim minha convicção, que foi o aumento exponencial do número de clubes, muitos deles sobrepondo-se geográfica e desportivamente que conduziram ao actual estado de coisas.
Infelizmente notícias como esta, vão surgir em maior número do que o desejado, mas é o resultado da incapacidade de definir um modelo de financiamento dos clubes, por parte dos organismos públicos e da manifesta incapacidade de gestão dos clubes.
Os clubes terão que ser auto suficientes se quiserem sobreviver. Cada atleta terá que pagar o seu equipamento, um dos encarregados de educação terá que ser sócio do clube e aqueles que dispõe de instalações próprias, e temos muitas de qualidade, terão que encontrar forma de as rentabilizar. Só assim, os clubes podem começar a respirar e utilizar as eventuais subvenções públicas para aquilo que são os seus custos fixos, técnicos e instalações.
Evidentemente que aquilo que agora escrevi está enquadrado nos clubes de formação, pois as equipas profissionais, essas, enfrentam problemas, de proporções que nem consigo imaginar. O mal, será talvez o mesmo, não sei, é se ainda é tempo para curar.
Este não é um problema de hoje, mas enquanto houve circulação monetária e as empresas e a banca concediam crédito aos clubes e ao governo, tudo parecia correr bem. Digo "parecia", porque todos aqueles que já passaram por um qualquer clube, sabem bem das dificuldades de tesouraria que sempre existiram.
Acredito que o principal problema, nem reside no facto da grande maioria das modalidades, nomeadamente o futebol, voleibol, andebol, basquete ou até mesmo o hóquei em patins, serem praticadas a título gratuito, algo que tem vindo a mudar nalgumas colectividades, mas sim, no proliferar de clubes, que surgiram não da necessidade de aumentar a oferta desportiva, mas de divisões internas dos clubes, fossem de carácter desportivo ou de gestão.
É assim minha convicção, que foi o aumento exponencial do número de clubes, muitos deles sobrepondo-se geográfica e desportivamente que conduziram ao actual estado de coisas.
Infelizmente notícias como esta, vão surgir em maior número do que o desejado, mas é o resultado da incapacidade de definir um modelo de financiamento dos clubes, por parte dos organismos públicos e da manifesta incapacidade de gestão dos clubes.
Os clubes terão que ser auto suficientes se quiserem sobreviver. Cada atleta terá que pagar o seu equipamento, um dos encarregados de educação terá que ser sócio do clube e aqueles que dispõe de instalações próprias, e temos muitas de qualidade, terão que encontrar forma de as rentabilizar. Só assim, os clubes podem começar a respirar e utilizar as eventuais subvenções públicas para aquilo que são os seus custos fixos, técnicos e instalações.
Evidentemente que aquilo que agora escrevi está enquadrado nos clubes de formação, pois as equipas profissionais, essas, enfrentam problemas, de proporções que nem consigo imaginar. O mal, será talvez o mesmo, não sei, é se ainda é tempo para curar.
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