Não conheço o plano de resgate em profundidade, não acredito que muitos os conheçam, mesmo que o conhece-se falta-me o conhecimento técnico para o analisar correctamente.
Por isso a minha opinião, não passa disso mesmo, de uma opinião pessoal, contaminada pela ideologia política, pelo que vou lendo na comunicação social e pelo que sinto na carteira.
Dizem que é melhor este acordo, do que não haver acordo.
Concordo e acredito que seremos capazes de o cumprir, para tal teremos que necessariamente reformular o nosso estilo de vida, e todos sabemos como é difícil voltar a viver com menos, menos dinheiro, menos idas ao cinema, ao restaurante, menos férias, menos passeios, menos conforto, enfim, menos qualidade de vida.
Muito se fala e compara, a dívida da Madeira, com a de empresas públicas e até mesmo bancos privados, que num passado recente tiveram que receber apoio do estado português.
Afinal o que separa a dívida da Madeira, das restantes?
Uma colossal dimensão política.
A Madeira, foi desde sempre, e não apenas em democracia, uma região rebelde, com atitude e personalidade própria, que nunca se recusou a enfrentar o poder da república. A Madeira e os madeirenses, ou são amados ou odiados, não há meios termos, ninguém gosta mais ou menos de nós. E é este sentimento, alimentado por contínuas disputas políticas que constitui o verdadeiro enquadramento em que tem de ser analisada esta situação. A grande questão, não é o valor em dívida, poderia ser 1€ apenas, a questão, é que pela primeira vez em muito tempo, a Madeira não está em condições de impor ou condicionar o rumo dos acontecimentos nem das negociações, e isso é algo pelo qual a república aguardava há muito.
Por isso, todo o alarido em torno da dívida da Madeira, é mais folclórico e moralista do que factual.
É o país que temos.
Gostaria apenas de perceber, como será possível, o tal crescimento económico da região e do país, que o ministro Álvaro tanto fala, quando se aumenta impostos e reduz salários. Vamos aguardar.
Por isso a minha opinião, não passa disso mesmo, de uma opinião pessoal, contaminada pela ideologia política, pelo que vou lendo na comunicação social e pelo que sinto na carteira.
Dizem que é melhor este acordo, do que não haver acordo.
Concordo e acredito que seremos capazes de o cumprir, para tal teremos que necessariamente reformular o nosso estilo de vida, e todos sabemos como é difícil voltar a viver com menos, menos dinheiro, menos idas ao cinema, ao restaurante, menos férias, menos passeios, menos conforto, enfim, menos qualidade de vida.
Muito se fala e compara, a dívida da Madeira, com a de empresas públicas e até mesmo bancos privados, que num passado recente tiveram que receber apoio do estado português.
Afinal o que separa a dívida da Madeira, das restantes?
Uma colossal dimensão política.
A Madeira, foi desde sempre, e não apenas em democracia, uma região rebelde, com atitude e personalidade própria, que nunca se recusou a enfrentar o poder da república. A Madeira e os madeirenses, ou são amados ou odiados, não há meios termos, ninguém gosta mais ou menos de nós. E é este sentimento, alimentado por contínuas disputas políticas que constitui o verdadeiro enquadramento em que tem de ser analisada esta situação. A grande questão, não é o valor em dívida, poderia ser 1€ apenas, a questão, é que pela primeira vez em muito tempo, a Madeira não está em condições de impor ou condicionar o rumo dos acontecimentos nem das negociações, e isso é algo pelo qual a república aguardava há muito.
Por isso, todo o alarido em torno da dívida da Madeira, é mais folclórico e moralista do que factual.
É o país que temos.
Gostaria apenas de perceber, como será possível, o tal crescimento económico da região e do país, que o ministro Álvaro tanto fala, quando se aumenta impostos e reduz salários. Vamos aguardar.
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