A revista Exame do mês de Outubro tem como tema de capa "Ser líder é..." nada mais a propósito. Deixo aqui as considerações de um líder empresarial, numa empresa de grande dinâmica e espírito inovador.
"Um bom líder é autêntico. Age e reage como é. define a missão, os valores e os objectivos para a equipa. Motiva e comunica. Explica o que pretende e porquê. Dá o exemplo, executa como gosta que se execute, decide como quer que se decida, usa os valores como quer que se use. Separa o essencial do acessório, descobre o equilíbrio certo. Na incerteza, aponta o caminho. Ensina a curiosidade, mostra o mundo, os homens e a vida como são. É forte nos princípios, flexível na forma de os atingir. Sabe olhar para si, descobre como ser melhor. O bom líder é uma obra que nunca está acabada." Rogério Carapuça - Presidente da Novabase
Estes são critérios a analisar nos candidatos à liderança da JSD/M.
Liderar uma estrutura partidária não é exactamente o mesmo que liderar uma empresa, mas são mais as semelhanças que as diferenças. A prová-lo está a quantidade de políticos que quando regressam à sociedade civil, exercem cargos de direcção empresarial, como também o número de líderes empresariais que ocupam cargos políticos.
Seja como for, acho que esta visão, define muito bem algumas das características essenciais ao correcto desempenho das funções a que se candidatam.
Aos militantes cabe escolher o melhor.
"Um bom líder é autêntico. Age e reage como é. define a missão, os valores e os objectivos para a equipa. Motiva e comunica. Explica o que pretende e porquê. Dá o exemplo, executa como gosta que se execute, decide como quer que se decida, usa os valores como quer que se use. Separa o essencial do acessório, descobre o equilíbrio certo. Na incerteza, aponta o caminho. Ensina a curiosidade, mostra o mundo, os homens e a vida como são. É forte nos princípios, flexível na forma de os atingir. Sabe olhar para si, descobre como ser melhor. O bom líder é uma obra que nunca está acabada." Rogério Carapuça - Presidente da Novabase
Estes são critérios a analisar nos candidatos à liderança da JSD/M.
Liderar uma estrutura partidária não é exactamente o mesmo que liderar uma empresa, mas são mais as semelhanças que as diferenças. A prová-lo está a quantidade de políticos que quando regressam à sociedade civil, exercem cargos de direcção empresarial, como também o número de líderes empresariais que ocupam cargos políticos.
Seja como for, acho que esta visão, define muito bem algumas das características essenciais ao correcto desempenho das funções a que se candidatam.
Aos militantes cabe escolher o melhor.
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