"Não sei para onde vou
Sei que não vou por aí!"
Fazem parte de "Cantigo Negro" da autoria de José Maria dos Reis Pereira - José Régio, e é muitas vezes utilizado por quem pretende distanciar-se de um caminho que aparentemente terá que seguir.
Já ouvi esta citação inúmeras vezes, em congressos, conselhos regionais, debates, e em todas as situações fica sempre vincado o espírito culto do orador, mas fica também reflectido a sua falta de orientação, a ausência de coluna vertebral, em suma, ficamos exactamente na mesma antes da sua intervenção.
Com o devido respeito ao autor, tomei a liberdade de adaptar o seu pensamento à minha filosofia de vida, ao meu modo de estar e enfrentar os desafios. À minha liberdade para escolher qual o caminho que quero, devo e posso seguir,e não aquele que outros queriam que escolhesse, por isso digo "Sei para onde vou, mas não vou por aí!"
Este meu pensamento vem no seguimento de ideiais apresentadas por algumas mentes repentinamente iluminadas pelo dom da escrita, cuja única virtude é ser telegráfica.
Quais arautos da ideologia e estratégica política, quais iluminados do futuro?
Curvai-vos perante a sapiência e magnificiência desta luz que nos pretende inspirar e dirigir.
Estai atentos aos sinais gente incrédula.
P.S. Eu sei para onde vou, mas quem tem dúvidas para onde deve ir, faça como o poeta, não vá por aí.
Sei que não vou por aí!"
Fazem parte de "Cantigo Negro" da autoria de José Maria dos Reis Pereira - José Régio, e é muitas vezes utilizado por quem pretende distanciar-se de um caminho que aparentemente terá que seguir.
Já ouvi esta citação inúmeras vezes, em congressos, conselhos regionais, debates, e em todas as situações fica sempre vincado o espírito culto do orador, mas fica também reflectido a sua falta de orientação, a ausência de coluna vertebral, em suma, ficamos exactamente na mesma antes da sua intervenção.
Com o devido respeito ao autor, tomei a liberdade de adaptar o seu pensamento à minha filosofia de vida, ao meu modo de estar e enfrentar os desafios. À minha liberdade para escolher qual o caminho que quero, devo e posso seguir,e não aquele que outros queriam que escolhesse, por isso digo "Sei para onde vou, mas não vou por aí!"
Este meu pensamento vem no seguimento de ideiais apresentadas por algumas mentes repentinamente iluminadas pelo dom da escrita, cuja única virtude é ser telegráfica.
Quais arautos da ideologia e estratégica política, quais iluminados do futuro?
Curvai-vos perante a sapiência e magnificiência desta luz que nos pretende inspirar e dirigir.
Estai atentos aos sinais gente incrédula.
P.S. Eu sei para onde vou, mas quem tem dúvidas para onde deve ir, faça como o poeta, não vá por aí.
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