Esta semana fomos brindados com duas pérolas vindas da europa, primeiro pela chanceler, Angela Merkel e depois por Martin Schulz. Que os une além da nacionalidade alemã? Parece, segundo os últimos desenvolvimentos, que a má tradução das suas palavras.
Eu pessoalmente, não percebo nada de alemão, e não posso culpar ninguém a não ser eu próprio, pela total falta de conhecimentos acerca da língua germânica. O mesmo não posso dizer dos órgãos de comunicação social, que ao procederem de tal forma, deturpam o que foi dito, criam problemas onde provavelmete não existem, mas sempre dá para ocupar tempo de antena dos telejornais, vender uns jornais e dá a oportunidade de um sem número de internautas sob a capa do anonimato fazerem os mais variados comentários disparatados. E claro, aos partidos da oposição dá a oportunidade de uma vez mais produzirem os seus discursos ocos.
Sobre tudo isto, duas notas apenas, baseado nas traduções "oficiais" dos órgãos de comunicação social. Primeiro, as declarações de dois altos dirigentes europeus sobre a realidade madeirense e portuguesa, são desde logo infelizes por se tratarem de uma ingerência na governação de uma região e de um país com governo próprio - se bem que não ficaria minimamente surpreendido se qualquer dia tivessemos que ter autorização de Bruxelas para comprar uma simples resma de papel -, e por desconhecimento dos factos num caso e noutro por revelar uma limitada visão do que devem ser os esforços de um país para atrair investimento. Sobre os fundos comunitários, dizer apenas que, o que estará eventualmente desajustados da necessidade de tornar as economias mais competitivas com a utilização desses fundos, não é quem os aplicou, mas a tardia alteração dos objectivos e finalidades. Quanto ao declínio a que Portugal está condenado nas palavras de Martin Schulz, são reveladores de uma visão muito limitada, seria lógico o que diz, se todos os países europeus estivessem interessados em investir nos seus parceiros, mas é exactamente o inverso que acontece, por isso, nada mais natural que procurar investimentos em países com os quais temos ligações seculares e com os países emergentes. Chama-se a isso, prevenir.
Segundo, a verborreia nacional, mas sobretudo regional, foi delirante, nada que já não esteja habituado, mas continua a fazer-me confusão quando um responsável político, seja de que partido for, prefere alinhar pelo ataque à sua terra, procurando daí tirar dividendos políticos, numa estratégia que tem-lhes dado os resultados que todos conhecemos. Enfim, a terra onde vivemos.
Parece-me que vou precisar de aprender alemão e chinês, porque pelos vistos, já não existem traduções fiáveis.
Eu pessoalmente, não percebo nada de alemão, e não posso culpar ninguém a não ser eu próprio, pela total falta de conhecimentos acerca da língua germânica. O mesmo não posso dizer dos órgãos de comunicação social, que ao procederem de tal forma, deturpam o que foi dito, criam problemas onde provavelmete não existem, mas sempre dá para ocupar tempo de antena dos telejornais, vender uns jornais e dá a oportunidade de um sem número de internautas sob a capa do anonimato fazerem os mais variados comentários disparatados. E claro, aos partidos da oposição dá a oportunidade de uma vez mais produzirem os seus discursos ocos.
Sobre tudo isto, duas notas apenas, baseado nas traduções "oficiais" dos órgãos de comunicação social. Primeiro, as declarações de dois altos dirigentes europeus sobre a realidade madeirense e portuguesa, são desde logo infelizes por se tratarem de uma ingerência na governação de uma região e de um país com governo próprio - se bem que não ficaria minimamente surpreendido se qualquer dia tivessemos que ter autorização de Bruxelas para comprar uma simples resma de papel -, e por desconhecimento dos factos num caso e noutro por revelar uma limitada visão do que devem ser os esforços de um país para atrair investimento. Sobre os fundos comunitários, dizer apenas que, o que estará eventualmente desajustados da necessidade de tornar as economias mais competitivas com a utilização desses fundos, não é quem os aplicou, mas a tardia alteração dos objectivos e finalidades. Quanto ao declínio a que Portugal está condenado nas palavras de Martin Schulz, são reveladores de uma visão muito limitada, seria lógico o que diz, se todos os países europeus estivessem interessados em investir nos seus parceiros, mas é exactamente o inverso que acontece, por isso, nada mais natural que procurar investimentos em países com os quais temos ligações seculares e com os países emergentes. Chama-se a isso, prevenir.
Segundo, a verborreia nacional, mas sobretudo regional, foi delirante, nada que já não esteja habituado, mas continua a fazer-me confusão quando um responsável político, seja de que partido for, prefere alinhar pelo ataque à sua terra, procurando daí tirar dividendos políticos, numa estratégia que tem-lhes dado os resultados que todos conhecemos. Enfim, a terra onde vivemos.
Parece-me que vou precisar de aprender alemão e chinês, porque pelos vistos, já não existem traduções fiáveis.
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