Amanhã é dia de Eleições para o Parlamento Europeu e é importante voltar a falar na importância do Direito ao Voto e na demagogia de governantes e partidos políticos acerca desta matéria.
É comum ouvirmos governantes, partidos políticos, jornalistas e demais opinion makers apontarem os jovens como não cumpridores do seu dever cívico. Não dispondo de dados concretos, que julgo as pessoas em questão terem, resta-me apenas e enquanto jovem abordar o Direito ao Voto noutra perspectiva, a de quem quer exercer esse direito e não lhe é permitido.
Só recentemente e por proposta da JSD/M, os jovens madeirenses a estudar no território continental e Açores tiveram Direito ao Voto "Antecipado", direito esse há muito consagrado para militares, agentes das forças de segurança, trabalhadores marítimos, aeronáuticos, ferroviários e rodoviários de longo curso, eleitores doentes que se encontrem hospitalizados, eleitores que se encontrem presos e não privados de direitos políticos e membros das selecções nacionais que se encontrem no estrangeiro a representar o país no dia do acto eleitoral.
O Voto Antecipado dos estudantes é apenas válido para dois actos eleitorais, para as Eleições Autárquicas e para a Assembleia Legislativa Regional, ficando impedidos de exercer o seu Direito ao Voto, nas Eleições para a Assembleia da República, para o Presidente da República, em Referendos e para o Parlamento Europeu.
Perante um país, uma constituição, um Governo e uma Assembleia da República que não concede plenos direitos aos seus cidadãos, que exige responsabilidades quando não a exerce, que condiciona a participação dos jovens no processo da escolha democrática dos seus representantes, importa perguntar se querem mesmo viver em democracia?
Não quero viver num país, em que o Direito ao Voto dos jovens estudantes madeirenses apenas conta para as eleições em território insular. Não quero viver num país em que um direito consagrado na constituição tem diferentes aplicabilidades.
Não quero acreditar que ainda será necessário exigir à Assembleia da República que os jovens estudantes madeirenses tenham o mesmo direito ao VOTO ANTECIPADO, que os cidadãos acima referidos.
Defenderemos os direitos dos jovens madeirenses, como sempre o fizemos, a bem da verdade, da justiça e do direitos à participação cívica e política de todos os cidadãos.
É comum ouvirmos governantes, partidos políticos, jornalistas e demais opinion makers apontarem os jovens como não cumpridores do seu dever cívico. Não dispondo de dados concretos, que julgo as pessoas em questão terem, resta-me apenas e enquanto jovem abordar o Direito ao Voto noutra perspectiva, a de quem quer exercer esse direito e não lhe é permitido.
Só recentemente e por proposta da JSD/M, os jovens madeirenses a estudar no território continental e Açores tiveram Direito ao Voto "Antecipado", direito esse há muito consagrado para militares, agentes das forças de segurança, trabalhadores marítimos, aeronáuticos, ferroviários e rodoviários de longo curso, eleitores doentes que se encontrem hospitalizados, eleitores que se encontrem presos e não privados de direitos políticos e membros das selecções nacionais que se encontrem no estrangeiro a representar o país no dia do acto eleitoral.
O Voto Antecipado dos estudantes é apenas válido para dois actos eleitorais, para as Eleições Autárquicas e para a Assembleia Legislativa Regional, ficando impedidos de exercer o seu Direito ao Voto, nas Eleições para a Assembleia da República, para o Presidente da República, em Referendos e para o Parlamento Europeu.
Perante um país, uma constituição, um Governo e uma Assembleia da República que não concede plenos direitos aos seus cidadãos, que exige responsabilidades quando não a exerce, que condiciona a participação dos jovens no processo da escolha democrática dos seus representantes, importa perguntar se querem mesmo viver em democracia?
Não quero viver num país, em que o Direito ao Voto dos jovens estudantes madeirenses apenas conta para as eleições em território insular. Não quero viver num país em que um direito consagrado na constituição tem diferentes aplicabilidades.
Não quero acreditar que ainda será necessário exigir à Assembleia da República que os jovens estudantes madeirenses tenham o mesmo direito ao VOTO ANTECIPADO, que os cidadãos acima referidos.
Defenderemos os direitos dos jovens madeirenses, como sempre o fizemos, a bem da verdade, da justiça e do direitos à participação cívica e política de todos os cidadãos.
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