Revolta e indignação, são as únicas palavras que me ocorrem para descrever o que senti, quando assisti no telejornal de hoje ao primeiro-ministro português a entregar computadores Magalhães aos alunos de uma escola em Cabo Verde.
Não se trata de qualquer sentimento racista ou xenófobo, mas de incompreensão. Todos recebem o computador menos os alunos portugueses, senão vejamos. Sócrates distribui muitos destes computadores a todo o lado que vai, é na Venezuela, é na conferência Ibero-Americana, é em CaboVerde, em Portugal é menos.
Quer dizer, já vimos reportagens em que os alunos recebem os computadores, mas segundo consta, foram recolhidos para a entregar na escola seguinte.
Ao que parece, na Madeira ainda ninguém os viu, a não ser nas lojas.
Espero que os computadores que hoje o primeiro-ministro orgulhosamente distribuiu não sejam apenas para uma acção de marketing, e que sejam rapidamente recolhidos para uma próxima viagem.
Não se trata de qualquer sentimento racista ou xenófobo, mas de incompreensão. Todos recebem o computador menos os alunos portugueses, senão vejamos. Sócrates distribui muitos destes computadores a todo o lado que vai, é na Venezuela, é na conferência Ibero-Americana, é em CaboVerde, em Portugal é menos.
Quer dizer, já vimos reportagens em que os alunos recebem os computadores, mas segundo consta, foram recolhidos para a entregar na escola seguinte.
Ao que parece, na Madeira ainda ninguém os viu, a não ser nas lojas.
Espero que os computadores que hoje o primeiro-ministro orgulhosamente distribuiu não sejam apenas para uma acção de marketing, e que sejam rapidamente recolhidos para uma próxima viagem.
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