Parece-me estranho, apesar dos cerca de sete meses que faltam para as eleições autárquicas, a "calma" que reina nos partidos políticos, nos sérios, porque para os contestários o regabofe nunca acaba. Como já várias vezes referi, entramos num ciclo completamente diferente, a prioridade será cada vez mais a procura de parcerias público-privadas, a criação de condições que permitam a fixação de empresas, a redifinição do espaço urbano, os espaços de lazer, as questões ambientais, culturais e sociais em detrimento das grandes obras públicas, que felizmente hoje me dia são uma realidade. E nesse sentido, parece-me lógico, que é de extrema importância que os partidos debatam essas questões, internamente mas também com os representantes da comunidade, no sentido de melhor e mais rapidamente efectuarem um diagnóstico da situação. Provavelmente, por os municípios serem liderados pelo mesmo partido, esse diagnóstico pode já estar feito, contudo as soluções devem ser revistas. Parece-me...
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