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Mensagens

A mostrar mensagens de dezembro, 2008

O NÃO CANDIDATO

Parece que ando a pregar para surdos, mas de qualquer maneira, volto a esclarecer que N ÃO SOU CANDIDATO A NADA, NÃO faço parte de nenhuma lista, NÃO vou telefonar a ninguém para fazer parte de equipa nenhuma, NÃO quero saber se A ou B disse mal de mim, NÃO, NÃO, NÃO, NÃO, NÃO, NÃO, NÃO, NÃO, NÃO ! Até ao momento só conheço um candidato com um plano de intenções, tudo o resto é fogo de vista. Façam as listas que entenderem mas deixem-me fora. Estarei como sempre disponível para colaborar em prol da JSD de Câmara de Lobos, fá-lo-ei em conscicência como até hoje. Quem tem projectos e ideias, não precisa de inventar apoios, levantar suspeitas, candidata-se, vai à luta e não se esconde por detrás de telefonemas, de sms e do diz que disse.

Líder ou Presidente

Liderar é diferente de presidir, já aqui o referi por ocasião das eleições regionais da JSD/Madeira, mas como anda muita gente distraída, e não me custa nada, deixo aqui algumas das considerações que então referi. "Um bom líder é autêntico. Age e reage como é. define a missão, os valores e os objectivos para a equipa. Motiva e comunica. Explica o que pretende e porquê. Dá o exemplo, executa como gosta que se execute, decide como quer que se decida, usa os valores como quer que se use. Separa o essencial do acessório, descobre o equilíbrio certo. Na incerteza, aponta o caminho. Ensina a curiosidade, mostra o mundo, os homens e a vida como são. É forte nos princípios, flexível na forma de os atingir. Sabe olhar para si, descobre como ser melhor. O bom líder é uma obra que nunca está acabada." Rogério Carapuça - Presidente da Novabase Como então, deixo aqui ficar estas considerações, esperando assim contribuir para um melhor reflexão.

Eleições Concelhias II

O tempo dos consensos já eram e todos os anos surgem novos candidatos e candidatos a candidatos. A diferença é que os primeiros são aqueles que apresentam um projecto político, que têm ideias concretas sobre o funcionamento da JSD, na Comissão Política, nos Núcleos de Freguesia e Estudantis e qual o papel que devem desempenhar na estratégia do Partido Social Democrata. Os segundos são aqueles que não tendo nenhum dos considerandos apresentados, esperam vir a tê-los se forem candidatos. Como as ideias não vêm com o cargo, temos o caldo entornado.

Eleições Concelhias I

Tem lugar no ínicio de Janeiro as eleições das Comissões Políticas de Concelhia. Anualmente fruto de uma alteração estatutária, já com um bom par de anos, os militantes são chamados a decidir sobre quem deve liderar a estrutura política do seu concelho. Este sistema de eleição - anual, teve o propósito de permitir remodelações nas equipas, evitando a perda de elementos que por motivos de estudo, profissionais ou outros, ficavam impossibilitados de cumprir o seu mandato até ao fim. Permite também fazer as alterações e ajustes necessários face à estratégia para cada mandato.

Nova Dinâmica

Este projecto teve na sua génese o debate de ideias e projectos para o concelho de Câmara de Lobos. O processo passou essencialmente pela análise a questões que foram sendo debatidas no seio da JSD, a notícias publicadas na comunicação social e pela pesquisa a modelos de desenvolvimento de outros concelhos. Com um novo ciclo eleitoral à porta, é necessário ir mais além. Devemos ser capazes de projectar e propor modelos de desenvolvimento para o nosso concelho, nas mais diversas áreas, com o contributo de todos os militantes, camaralobenses e personalidades de reconhecidos méritos. É meu entendimento que 2009 deverá ser o ano para que "Pensar Câmara de Lobos" se afirme como um grande grupo de reflexão, participativo e interventivo nos projectos e modelos de desenvolvimento para Câmara de Lobos. Juntos assumiremos a responsabilidade de projectar um concelho mais dinâmico, mais sustentável, mais competitivo e com melhor qualidade de vida.

Um governo de Vesgos

O que é que está a ver um vesgo que tem um olho a«olhar» para a direita e o outro a «olhar» para a esquerda? Vê o que está à direita ou o que está do outro lado? Claro que estou a partir do princípio quenão deve ser possível ver os dois lados ao mesmo tempo, caso em que os vesgos seriam já conhecidos por essa capacidade extraordinária e seriam muito mais utilizados em cargos onde isso seria mais útil ao país – a política, por exemplo. Poderíamos imaginarumdebate no Parlamento comumorador a acusar um lado da bancada mas a olhar para o lado oposto. Haveria uma certa confusão ao princípio, mas depois a clarividência de uma pessoa que vê os dois lados ao mesmo tempo conquistaria a adesão não só dos correligionários, claro, mas também dos opositores. Atenção: eu percebi entretanto que esta ideia é ficção e que não há ninguém neste Governo que tenha esta capacidade. Se houve, foi despedido antes de tomar posse. Éque eu cheguei à conclusão que há algo de vesgo neste Governo. Porque, se formos...