Fiquei espantado ao ler o Diário de Notícias de hoje, quer dizer, não foi bem espantado, foi mais estupefacto.Vê-se mesmo que estamos próximos a eleições, e como tal o Partido Comunista Português levou a cabo mais uma das suas inúmeras iniciativas políticas.
Terá sido porventura saudade de se dirigir às grandes massas ao Domingo pela manhã, que o líder o PCP Madeira se deslocou ontem ao sítio da Garachico em Câmara de Lobos?
Isso não sabemos.
Sabemos sim, que a sua proposta visa apenas, dividir a população, levantar suspeições, inumerar reivindicações suas e não da população daquela localidade.
É neste terreno, fértil em desconfiança, no diz que disse, no era tão bom se acontecesse, teríamos mais liberdade, mais direitos, mais garantias, que o PCP mais gosta de se movimentar, sobretudo se existirem eleições à porta.
Estes senhores querem a criação da "Freguesia do Garachico", para melhor servir os interesses da população.
Deixem-me dizer que a ideia, nem é nova, tempos houve em que foram apresentadas propostas para a criação da "Freguesia do Carmo" e o "Concelho do Estreito".
Em ambos os casos, não sei o que é pior, se o rídiculo da proposta, ou o rídiculo da justificação.
É que a primeira tinha o condão de apenas circunscrever os conjuntos habitacionais, a escola, a farmácio e o centro de saúde. A segunda integrava a freguesia do Estreito, a do Jardim da Serra e imagine-se só a do Curral das Freiras, como se já não bastasse ter que passar por um concelho até de chegar à sede de concelho, estra proposta proponha "aumentar" a distância.
Agora mais a sério, esta proposta não faz sentido nenhum, do mesmo modo que não faz qualquer sentido criarem mais cidades, independentemente das infra-estruturas existentes e o número de população o justificarem.
Numa altura de contenção, onde o dinheiro mal dá para o expediente, exigir ao Estado e à Região sentar à mesa mais uma família é totalmente irresponsável. Por outo lado, com o investimento feito pelo Governo Regional na criação de uma rede viária capaz de aproximar todas as populações dos centros urbanos, atenuando assim as distâncias, a par de um forte investimento na criação de infra-estruturas necessárias à qualidade de vida das populações, nomeadamente com a construção de escolas, centros de dia, centros de saúde, rede de saneamento básico, água potável e electricidade, a par de um investimento privado em vários sectores, desde a saúde ao comércio, a nossa preocupação deve ser a de unir e não dividir.
Os partidos políticos têm é de começar a pensar numa revisão da Divisão Político Administrativa da Região, equacionar o número de concelhos e de freguesias, numa lógica de aproveitamento das infra-estruturas existentes, dos recursos financeiros e humanos, sem colocar em causa a identidade da região e das suas gentes.
Mas isto dá muito Trabalho e poucos Votos.
Terá sido porventura saudade de se dirigir às grandes massas ao Domingo pela manhã, que o líder o PCP Madeira se deslocou ontem ao sítio da Garachico em Câmara de Lobos?
Isso não sabemos.
Sabemos sim, que a sua proposta visa apenas, dividir a população, levantar suspeições, inumerar reivindicações suas e não da população daquela localidade.
É neste terreno, fértil em desconfiança, no diz que disse, no era tão bom se acontecesse, teríamos mais liberdade, mais direitos, mais garantias, que o PCP mais gosta de se movimentar, sobretudo se existirem eleições à porta.
Estes senhores querem a criação da "Freguesia do Garachico", para melhor servir os interesses da população.
Deixem-me dizer que a ideia, nem é nova, tempos houve em que foram apresentadas propostas para a criação da "Freguesia do Carmo" e o "Concelho do Estreito".
Em ambos os casos, não sei o que é pior, se o rídiculo da proposta, ou o rídiculo da justificação.
É que a primeira tinha o condão de apenas circunscrever os conjuntos habitacionais, a escola, a farmácio e o centro de saúde. A segunda integrava a freguesia do Estreito, a do Jardim da Serra e imagine-se só a do Curral das Freiras, como se já não bastasse ter que passar por um concelho até de chegar à sede de concelho, estra proposta proponha "aumentar" a distância.
Agora mais a sério, esta proposta não faz sentido nenhum, do mesmo modo que não faz qualquer sentido criarem mais cidades, independentemente das infra-estruturas existentes e o número de população o justificarem.
Numa altura de contenção, onde o dinheiro mal dá para o expediente, exigir ao Estado e à Região sentar à mesa mais uma família é totalmente irresponsável. Por outo lado, com o investimento feito pelo Governo Regional na criação de uma rede viária capaz de aproximar todas as populações dos centros urbanos, atenuando assim as distâncias, a par de um forte investimento na criação de infra-estruturas necessárias à qualidade de vida das populações, nomeadamente com a construção de escolas, centros de dia, centros de saúde, rede de saneamento básico, água potável e electricidade, a par de um investimento privado em vários sectores, desde a saúde ao comércio, a nossa preocupação deve ser a de unir e não dividir.
Os partidos políticos têm é de começar a pensar numa revisão da Divisão Político Administrativa da Região, equacionar o número de concelhos e de freguesias, numa lógica de aproveitamento das infra-estruturas existentes, dos recursos financeiros e humanos, sem colocar em causa a identidade da região e das suas gentes.
Mas isto dá muito Trabalho e poucos Votos.
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