O Governo da República, através do Ministério da Educação apresentou os resultados escolares de 2007/2008, aqui. Escusado será dizer que tal apresentação contou com a presença do Primeiro-Ministro que fez questão de salientar que os números agora apresentados são fruto das políticas educativas, mas também do esforço de professores, alunos e pais.
Também seria escusado dizer que quer partidos, quer sindicatos, confederações de pais e de professores falaram a uma só voz contra os números apresentados, desmontando o que consideram mais uma campanha de marketing. Leia aqui, aqui, aqui e aqui.
Todos lembramo-nos das duras críticas feitas sobretudo por associações de professores de Matemática, que questionaram os verdadeiros obejctivos do ministério com a realização de exames considerados demasiado fáceis.
Compreendo a necessidade do governo em apresentar dados que contrariem os números avançados por orgnanismo internacionais como a OCDE.
Se o governo de Sócrates, como qualquer outro diga-se, sente a necessidade de mostrar uma imagem mais positiva para o exterior, não odeve fazer à custa da educação. I
sto porque não me preocupa minimamente que Sócrates seja chamado de mentiroso, malabarista ou burlão pelos seus congéneres europeus. Preocupa-me sim o facto de os jovens estudantes portugueses serem vítimas de um plano estritamente político, que vise a manutenção de objectivos pessoais e partidários, que não acautele pela correcta formação dos nossos jovens e os conduza ao miserabilismo e subserviência ao poder político.
Também seria escusado dizer que quer partidos, quer sindicatos, confederações de pais e de professores falaram a uma só voz contra os números apresentados, desmontando o que consideram mais uma campanha de marketing. Leia aqui, aqui, aqui e aqui.
Todos lembramo-nos das duras críticas feitas sobretudo por associações de professores de Matemática, que questionaram os verdadeiros obejctivos do ministério com a realização de exames considerados demasiado fáceis.
Compreendo a necessidade do governo em apresentar dados que contrariem os números avançados por orgnanismo internacionais como a OCDE.
Se o governo de Sócrates, como qualquer outro diga-se, sente a necessidade de mostrar uma imagem mais positiva para o exterior, não odeve fazer à custa da educação. I
sto porque não me preocupa minimamente que Sócrates seja chamado de mentiroso, malabarista ou burlão pelos seus congéneres europeus. Preocupa-me sim o facto de os jovens estudantes portugueses serem vítimas de um plano estritamente político, que vise a manutenção de objectivos pessoais e partidários, que não acautele pela correcta formação dos nossos jovens e os conduza ao miserabilismo e subserviência ao poder político.
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