José Sócrates ao seu bom estilo, de vendedor de banha da cobra, tenta enganar os portugueses prometendo a baixa de um imposto que não é receita directa do Estado mas das Autarquias.
Governar assim, até eu sou capaz, quando é para cobrar a receita é pra mim, quando é para isentar ou diminuir a carga fiscal, a perda receita é para os outros.
Numa recente entrevista ao canal público de televisão, fomos informados que Portugal continua a ser vítima da crise, à qual o governo é alheio.
Passo a clarificar, os dois primeiros anos de governação foram para enfrentar a crise "criada" pelo PSD, para tal o executivo de Sócrates recorreu ao aumento de impostos ao congelamento de aumentos salariais da função pública, bem como a respectiva progressão de carreiras, atacou juízes, enfermeiros e professores.
Mas este ano o país enfrenta nova crise, esta é da responsabilidade da conjunctura internacional, ao qual este governo é alheio, mesmo depois de ter presidido à União Europeia. É o aumento do barril de petróleo que conduz ao aumento dos combustíveis e à especulação do mercado alimentar. Como medida preventiva o Banco Central Europeu aumentou 0,25% após a inflação ter atingido em Junho "o patamar simbólico de 4%"(sem comentários).
Se por desgraça divina, o PS perder a maioria abslouta nas próximas eleições legislativas, ou até as próprias eleições, estou certo que ouviremos J.S. Pinto de Sousa dizer que era agora que o país começaria a sentir os resultados da governação socialista, que assim não é possível o país estabilizar e acompanhar o desenvolvimento europeu.
Governar assim, até eu sou capaz, quando é para cobrar a receita é pra mim, quando é para isentar ou diminuir a carga fiscal, a perda receita é para os outros.
Numa recente entrevista ao canal público de televisão, fomos informados que Portugal continua a ser vítima da crise, à qual o governo é alheio.
Passo a clarificar, os dois primeiros anos de governação foram para enfrentar a crise "criada" pelo PSD, para tal o executivo de Sócrates recorreu ao aumento de impostos ao congelamento de aumentos salariais da função pública, bem como a respectiva progressão de carreiras, atacou juízes, enfermeiros e professores.
Mas este ano o país enfrenta nova crise, esta é da responsabilidade da conjunctura internacional, ao qual este governo é alheio, mesmo depois de ter presidido à União Europeia. É o aumento do barril de petróleo que conduz ao aumento dos combustíveis e à especulação do mercado alimentar. Como medida preventiva o Banco Central Europeu aumentou 0,25% após a inflação ter atingido em Junho "o patamar simbólico de 4%"(sem comentários).
Se por desgraça divina, o PS perder a maioria abslouta nas próximas eleições legislativas, ou até as próprias eleições, estou certo que ouviremos J.S. Pinto de Sousa dizer que era agora que o país começaria a sentir os resultados da governação socialista, que assim não é possível o país estabilizar e acompanhar o desenvolvimento europeu.
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