O presidente da Junta de Freguesia da Quinta Grande, defende a construção de um resort um de uma unidade de turismo rural, na sua freguesia, segundo o que está publicado no Jornal da Madeira.
Esta vontade não é nova, e em Janeiro nos Encontros com o Poder Local, afirmou-o como sendo um dos seus objectivos e anseios, ver nascer na sua freguesia mais investimento privado.
Parece-me uma ideia muito interessante, por diversos factores, pelo aumento da oferta hoteleira do concelho, pelo emprego que poderá gerar, por servir como alavanca ao pequeno comércio da freguesia, gerando maior riqueza e propiciando a fixação da população na freguesia. Só por isto já valeria a pena o investimento, mas há muito mais.
Há a afirmação de um concelho como referência pela qualidade das suas infraestruturas, há o reconhecimento que mesmo estando perto do Funchal, não estamos condenados a ser um concelho dormitório, a sermos um concelho periférico, mas sim uma centralidade, há a necessidade de demonstrarmos que podemos inovar, evoluir, modernizar sem com isso perdermos as nossas tradições, o nosso património.
Pessoalmente sou mais apologista do turismo rural, por ser uma aposta clara na diferenciação do produto, pela possibilidade de criar atrações que nos distingam dos demais. Existem excelentes exemplos pelo nosso país fora, de investimentos em turismo rural, em que os hóspedes cultuvam a terra, participam nas actividades de manutenção do espaço circundante á propriedade, ou da criação de ateliers em que aprendem as tradições das localidades.
A imaginação é o nosso limite.
Esta vontade não é nova, e em Janeiro nos Encontros com o Poder Local, afirmou-o como sendo um dos seus objectivos e anseios, ver nascer na sua freguesia mais investimento privado.
Parece-me uma ideia muito interessante, por diversos factores, pelo aumento da oferta hoteleira do concelho, pelo emprego que poderá gerar, por servir como alavanca ao pequeno comércio da freguesia, gerando maior riqueza e propiciando a fixação da população na freguesia. Só por isto já valeria a pena o investimento, mas há muito mais.
Há a afirmação de um concelho como referência pela qualidade das suas infraestruturas, há o reconhecimento que mesmo estando perto do Funchal, não estamos condenados a ser um concelho dormitório, a sermos um concelho periférico, mas sim uma centralidade, há a necessidade de demonstrarmos que podemos inovar, evoluir, modernizar sem com isso perdermos as nossas tradições, o nosso património.
Pessoalmente sou mais apologista do turismo rural, por ser uma aposta clara na diferenciação do produto, pela possibilidade de criar atrações que nos distingam dos demais. Existem excelentes exemplos pelo nosso país fora, de investimentos em turismo rural, em que os hóspedes cultuvam a terra, participam nas actividades de manutenção do espaço circundante á propriedade, ou da criação de ateliers em que aprendem as tradições das localidades.
A imaginação é o nosso limite.
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