Uma vez mais, a JSD, no contributo para o desenvolvimento do seu concelho levou a cabo um conferência denominada "Pensar o Desporto" que teve como convidado o Prof. Rui Mâncio.
Após uma longa discussão, 2h15m, podemos concluir que a Região Autonóma da Madeira atingiu um patamar razoável no que diz respeito ao trabalho ao nível dos escalões de formação e do desporto federado, das instalações desportivas e do financiamento dos clubes e associações.
Contudo neste momento urge pensar, as condições para a prática desportiva da generalidade da população camaralobense. É a era do "desporto para todos", que no nosso concelho é praticamente inexistente, salvo algumas actividades promovidas pela autarquia e pelo Clube Desportivo Garachico, vive-se a uma ausência de oferta, por parte dos clubes e associações.
Estando convictos de que tal facto é amplamente influenciado pela falta de espaços públicos para a prática desportiva, de espaços verdes equipados para o efeito e que as construções de habitação colectiva não compreendem qualquer tipo de infraestrutura para tal vocacionada.
Brevemente apresentaremos propostas para que tais problemas sejam ultrapassados, seguros que se aumentarmos a oferta de espaços vocacionados para a prática desportiva, teremos uma população mais activa, mais saudável e com melhor qualidade de vida.
Após uma longa discussão, 2h15m, podemos concluir que a Região Autonóma da Madeira atingiu um patamar razoável no que diz respeito ao trabalho ao nível dos escalões de formação e do desporto federado, das instalações desportivas e do financiamento dos clubes e associações.
Contudo neste momento urge pensar, as condições para a prática desportiva da generalidade da população camaralobense. É a era do "desporto para todos", que no nosso concelho é praticamente inexistente, salvo algumas actividades promovidas pela autarquia e pelo Clube Desportivo Garachico, vive-se a uma ausência de oferta, por parte dos clubes e associações.
Estando convictos de que tal facto é amplamente influenciado pela falta de espaços públicos para a prática desportiva, de espaços verdes equipados para o efeito e que as construções de habitação colectiva não compreendem qualquer tipo de infraestrutura para tal vocacionada.
Brevemente apresentaremos propostas para que tais problemas sejam ultrapassados, seguros que se aumentarmos a oferta de espaços vocacionados para a prática desportiva, teremos uma população mais activa, mais saudável e com melhor qualidade de vida.
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