Após a apresentação de demissão do Presidente do Governo Regional, finalmente o Presidente da Républica vai marcar eleições, dia 6 de Maio, ao que tudo indica.
Este é um novo desafio, para todos os madeirenses, para o qual queremos contribuir. Esta antecipação eleitoral, servirá para demosntrar quais os partidos políticos que realmente estão preparados para governar a Madeira, quem tem as melhores propostas e melhor capacidade de reacção aos problemas criados com a aprovação de diversas leis da républica, nomeadamente do Estatuto da Carreira Docente, da Lei de Bases do Desporto, das Leis de Finanças Regionais e Locais.
Ao contrário do que muitos possam pensar, este não é apenas um problema dos políticos, é um problema de todos nós, que enquanto cidadãos eleitores temos o direito mas sobretudo o dever de apresentar propostas, procurar soluções e questionar decisões.
Se hoje a classe política é olhada com desconfiança, isso deve-se acima de tudo à desresponsabilização que a sociedade civil assumiu após o 25 de Abril. Aqueles que pensaram que a conquista da Liberdade era um facto consumado, submergiram num sono profundo do qual teimosamente recusam-se a sair.
Portugal é um país que só reage! Há muito que o verbo agir saiu do léxico nacional, só assim se justifica a passividade com que os portugueses enfrentam as dificuldades.
Só o exercício participativo de cidadania será capaz de contribuir para encontrar soluções de futuro. Pela nossa parte tudo faremos.
Este é um novo desafio, para todos os madeirenses, para o qual queremos contribuir. Esta antecipação eleitoral, servirá para demosntrar quais os partidos políticos que realmente estão preparados para governar a Madeira, quem tem as melhores propostas e melhor capacidade de reacção aos problemas criados com a aprovação de diversas leis da républica, nomeadamente do Estatuto da Carreira Docente, da Lei de Bases do Desporto, das Leis de Finanças Regionais e Locais.
Ao contrário do que muitos possam pensar, este não é apenas um problema dos políticos, é um problema de todos nós, que enquanto cidadãos eleitores temos o direito mas sobretudo o dever de apresentar propostas, procurar soluções e questionar decisões.
Se hoje a classe política é olhada com desconfiança, isso deve-se acima de tudo à desresponsabilização que a sociedade civil assumiu após o 25 de Abril. Aqueles que pensaram que a conquista da Liberdade era um facto consumado, submergiram num sono profundo do qual teimosamente recusam-se a sair.
Portugal é um país que só reage! Há muito que o verbo agir saiu do léxico nacional, só assim se justifica a passividade com que os portugueses enfrentam as dificuldades.
Só o exercício participativo de cidadania será capaz de contribuir para encontrar soluções de futuro. Pela nossa parte tudo faremos.
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